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SANER
Para que serve o SANER?
O SANER combina descoberta contínua de vulnerabilidades, priorização baseada em risco, gestão de patches e evidências de compliance em um único fluxo operacional.
SANER. Gestão contínua de exposição cibernética que conecta descoberta de vulnerabilidades, priorização, aplicação de patches e evidências de compliance.
O que o SANER faz
O SANER é uma plataforma de gestão contínua de exposição e vulnerabilidades que reúne a visibilidade de endpoints, servidores e ativos em nuvem em um único fluxo operacional. O foco é prevenção: identificar a exposição, priorizar o que é explorável e remediar antes do ataque.
Capacidades técnicas
- Gestão contínua de vulnerabilidades: avaliação recorrente de sistemas operacionais e aplicações de terceiros.
- Gestão integrada de patches: coordenar a aplicação a partir do mesmo console onde as vulnerabilidades são identificadas.
- Priorização baseada em risco: combinar CVSS, explorabilidade, criticidade do ativo e inteligência de exploração pública.
- Higiene e configuração: identificar configurações fracas, software não autorizado, privilégios excessivos e ausência de criptografia.
- Evidências de compliance: mapear controles técnicos a frameworks como ISO 27001, NIST CSF, STIG e PCI DSS.
- Mitigação de zero-days: apoiar controles compensatórios temporários quando ainda não há patch.
Onde o SANER se encaixa
O SANER atende organizações com ciclos de patch lentos, ambientes regulados, equipes de segurança enxutas e MSSPs que precisam de dashboards separados por cliente. O fluxo integrado reduz handoffs entre scanning, segurança e operações de IT.
Perguntas para avaliar
- Quais endpoints, servidores, ativos em nuvem e aplicações são cobertos?
- Como a explorabilidade pesa contra a severidade teórica?
- A plataforma verifica se a remediação realmente encerrou a exposição?
- Quais integrações com SIEM, tickets e nuvem estão disponíveis?
- Como os clientes são isolados em uma operação MSP ou MSSP?
Perguntas frequentes
O SANER substitui um scanner existente?
Pode substituir ou coexistir durante uma migração controlada. As integrações existentes devem ser mantidas até validar o novo fluxo.
Há suporte para infraestrutura em nuvem?
O escopo deve ser avaliado para AWS, Azure e GCP, incluindo as integrações necessárias para descoberta e remediação.
É adequado para OT?
Ambientes OT exigem perfis conservadores, pois scanning agressivo pode afetar protocolos sensíveis. O desenho deve considerar cada planta e classe de ativo.
Comece uma avaliação
Solicite uma conversa técnica pela página de demonstração. Defina escopo, autoridade de remediação, integrações e métricas de aceite antes do piloto.
Critérios de controle: valide cobertura, priorização, evidências de remediação e responsabilidade operacional do SANER antes de passar à produção.